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A DEFINIÇÃO DE DEUS |
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Algumas Definições de Deus em Comparação
Com a Revelação Dada Pelo Profeta Joseph Smith
Igreja Católica:
Deus é um Espírito eterno, independente, infinito e imutável, presente em todos os lugares, que tudo vê e governa o universo. Porque tem inteligência suprema, não tem corpo, nem forma, nem cor e não pode ser compreendido. (Rev. P. Collot, Catecismo Doutrinário e Escritural do Igreja Católico, publicado em Montreal)
Igreja Metodista:
Há somente um Deus vivo e verdadeiro, eterno, sem corpo ou partes, de poder, sabedoria e bondade infinitos, o criador e preservador de todas as coisas, visíveis e invisíveis; e na unidade desta Deidade há três pessoas, de uma substância, poder e eternidade, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. (Disciplina Metodista, publicado em Toronto, 1886)
Igreja Presbiteriana:
Há somente um Deus, vivo e
verdadeiro, infinito em ser e perfeição, espírito puríssimo, invisível, sem
corpo, panes ou paixões, imutável, imenso, eterno, incompreensível,
todo-poderoso, de infinita sabedoria, santíssimo, livre, absolutíssimo, obrando
todas as coisas de acordo com o conselho de sua vontade imutável e justa, para
sua própria glória; é todo amor, graça, misericórdia, longanimidade, abundante
em bondade e verdade, perdoando iniqüidade, transgressão e pecado, galardoador
dos que o buscam diligentemente; é contudo justo e terrível em seus julgamentos;
odiando todo pecado e não perdoando de forma alguma os culpados. (Confissão de
fé da Igreja Presbiteriana, Cap. 2, Art. 1)
Estes são exemplos típicos dos deuses adorados pelas Igrejas cristãs durante o século dezenove. Aqui estão os deuses que Moisés disse a Israel que eles encontrariam ao se espalharem pelas nações — deuses “que não vêem, nem ouvem, nem comem, nem cheiram”. Como se pode esperar que um Deus sem corpo, partes ou paixões, veja, ouça, coma ou cheire? Como pode qualquer filho de Deus compreender, muito menos amar e ser amado por um Deus incompreensível, como os artigos de fé acima o levariam a adorar?
Comparação com o Conhecimento de Joseph Smith
Considere a informação e
o conhecimento exatos que Joseph Smith obteve concernentes à personalidade de
Deus e seu Filho, Jesus Cristo, durante os poucos momentos em que lhes falou
face a face. Depois compare isso com as conclusões do Conselho de Nicéia,
convocado pelo Imperador Constantino no ano de 325 AD, quando 318 bispos
passaram quatro semanas discutindo a verdadeira divindade e personalidade do
Filho de Deus e a semelhança de Cristo com Deus, antes de se unirem
suficientemente para fazer uma declaração pública sobre o assunto.
Considere, também, cuidadosamente as palavras do Profeta Joseph Smith: “Se você
pudesse contemplar o céu por 5 minutos, saberia mais do que se lesse tudo o que
jamais foi escrito sobre o assunto.” (History of the Church Vol. 4, p. 50).